PRECISÃO Desde 1997, quando Luciano Leão, o criador do DSD (Digital Surf Design), vendeu sua primeira máquina para a África do Sul, muita coisa mudou no ramo do surfe em todo o mundo. O aprimoramento de seu invento vem transformando o conceito de fabricação de pranchas. Atualmente, cerca de 80% da produção no Hawaii foi desenhada no Surfcad, software para projetar o design, e usinadas numa de suas máquinas. No Brasil, elas já chegaram em praticamente em todos os principais Estados.
O programa Surfcad entra em ação depois de conhecidas as características que terá a prancha, as informações obtidas pelo shaper são repassada para o programa, onde é defindio o desenho. Estes dados são os mesmos utilizados para o projeto de uma prancha feito à mão: peso do surfista, altura, modo como surfa, tipos de ondas onde pretende surfar etc. Na tela do computador, o shaper trabalha alimentando o programa com medidas de largura, espessura, tamanho da prancha etc. Depois de salvo o arquivo, ele pode ser enviado por e-mail para uma das máquinas para a usinagem.
Os arquivos com os designs ficam arquivados com a identificação do cliente. Caso ele queira fazer outra prancha e usar o mesmo shape, basta solicitar ao shaper. Se seu peso sofreu alterações, o shaper terá como corrigir a flutuação. |